sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

A agricultura pode ser a resposta na luta contra a fome.

"75% dos pobres nos países em vias de desenvolvimento vive em zonas rurais. Fortalecer o sector agrícola poderia facilitar o acesso à alimentação e reduzir significativamente a pobreza. Os maiores sucessos na luta contra a fome foram obtidos pelos países que mais investiram na agricultura. 
Nas últimas décadas, as ajudas destinadas à agricultura dos PED caíram de forma significativa. Em 1979 situavam-se nos 17%, em 2004 baixaram para 3,5% e só em 2007 se fixaram nos 5,5%. Várias razões explicam esta queda. Desde logo, muitos recursos foram desviados para cobrir outras emergências. Além disso, as ajudas ao desenvolvimento têm sido dirigidas para sectores sociais. Por outro lado, alguns grupos ambientalistas defendem que a agricultura contribui para a poluição e para a destruição dos recursos naturais. Para piorar, a crise económica afectou as ajudas dos países doadores. Finalmente, muitos investimentos agrícolas redundaram em fiascos. A FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, descreve as medidas a tomar na luta contra a fome. Para responder às necessidades dos mil milhões de pessoas que passam fome e fazer face ao aumento da população mundial, a produção agrícola deve aumentar 70% até 2050. O que equivale a um investimento de 30 mil milhões de euros por ano. Mas é preciso passar das palavras aos actos. Hoje, o investimento é ainda muito baixo, o que contribui para a especulação do preço dos alimentos e para o aumento da fome no mundo. Segundo a FAO, a cada seis segundos uma criança morre de fome."

Leia a notícia completa em: Euronews 

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Agrotecnologia de Israel

A agricultura do futuro mas praticada já atualmente. O exemplo de como um povo (Israelita) conseguiu transformar deserto em terreno fértil e produtivo.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

São Miguel, Açores tremeu mais de 130 vezes...


350 milhões de crianças em zonas de conflito

É uma das principais consequências das muitas guerras e outro género de conflitos existentes no mundo....recordo que há cerca de 7.2 mil milhões de pessoas no mundo!

Sabia que estes alimentos têm um maior risco de cancro?

As mudanças alimentares, ao longo das últimas décadas, nos PD (países desenvolvidos) implicam o aumento de riscos de saúde.

Kosovo - Faz 10 anos que surgiu (declarou independência da Sérvia) o mais recente país da Europa

Há 10 anos atrás surgiu o mais recente país independente da Europa: o Kosovo. No entanto, este país ainda não é reconhecido como tal por diversos países (Espanha, Sérvia, Rússia, China,...) daí ainda não poder estar presente na ONU. 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Campanha ONU: Acabe com o plástico!

"Vários países celebram neste 14 de fevereiro o Dia dos Namorados e o Programa da ONU para o Meio Ambiente lança uma campanha pedindo o fim do que classifica de um “relacionamento tóxico”.
A relação é a dependência que as pessoas têm com o plástico. Segundo a agência, cerca de 8 milhões de toneladas do material vão parar nos oceanos todos os anos, causando um problema sério de lixo marinho.

Perigos
Em 2015, o mundo produziu 322 milhões de toneladas de plástico, quantidade suficiente para se equiparar a 900 prédios do tamanho do Empire State Building, em Nova Iorque.
O PNUMA faz um apelo para que todos deixem de usar sacos e garrafas de plástico, utensílios descartáveis e recipientes de plástico para armazenar comida.
Esses produtos não são bons para o meio ambiente e acabam nos mares e oceanos, prejudicando peixes, pássaros e tartarugas, que ficam enroscados ou se alimentam do plástico.

Alternativa
O vídeo “Não sou eu, é você” faz parte da campanha Mares Limpos da agência, com a personagem Sandra terminando seu relacionamento com produtos de plástico e encontrando um “novo amor” em sacolas e garrafas reutilizáveis.
A Unesco também aproveita o Dia dos Namorados pedindo às pessoas para demonstrarem o seu amor pelos oceanos nas redes sociais, utilizando a hashtag #LovetheOcean.
Conservar os oceanos e os recursos marinhos é o Objetivo de número 14 de Desenvolvimento Sustentável, ODS."

Leia a notícia completa em: Nações Unidas (ONU)

Os 17 objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU até 2030


Os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável defendidos pela ONU.

"2015 ficará na História como o ano da definição dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Trata-se da nova agenda de ação até 2030, que se baseia nos progressos e lições aprendidas com os 8 Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, entre 2000 e 2015. Esta agenda é fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo que pretende criar um novo modelo global para acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar de todos, proteger o meio ambiente e combater as alterações climáticas."

Para acederes a mais informação consulta: UNRIC